quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Razões para fazer parte do Movimento Independente “Marvão para Todos”

por João Bugalhão


Desde sempre a política me fascinou. Quando tinha 10 anos de idade, ainda no tempo do anterior regime, quando dormia em casa de minha tia Júlia, que já me enfiava na cama com a cabeça bem tapada e, com o pequeno Hitachi que o primo Joaquim tinha trazido da longínqua Moçambique colado ao ouvido, não perdia as notícias em "onda curta" da rádio Argel, Moscovo ou BBC, para me informar do que se falava e dizia lá fora sobre política. Porque por cá, a dita, era para a união nacional e pouco mais, pois a censura e a polícia política tudo controlavam a bem da nação.

Quando cheguei aos 16 anos já andava metido em greves e tudo o que fosse contestações ao Estado Novo, nomeadamente, à aberração da guerra colonial. Nunca percebi porque não fui dentro, talvez me considerassem um bom rapaz, ou quem sabe, inofensivo! Mas se o 25 de Abril não se tivesse dado em 1974, quando eu acabava de fazer 17 anos, não tardaria a malhar com os costados em Caxias ou no Aljube, ou dito de outra maneira, seriam mas é eles a malhar-me os costados. Mas antes dos 20 anos de idade já a coisa política e as “politiquices” me tinham desiludido. Percebi que aquilo não era coisa para mim, e até à entrada do século XXI, apesar de a acompanhar, política activa nem pensar.

Por volta do ano 2000, já entrado na “ternura dos 40”, e pela paixão que o meu concelho me despertava lá voltei e, logo em 2001, haveria de ser eleito para a Assembleia Municipal de Marvão (AM), nas listas do PSD (porque era nesse partido que estavam as pessoas que trabalhavam na maioria das  associações, no trabalho voluntário), desenvolvendo ao longo desse mandato uma oposição feroz, mas frontal e construtiva, ao executivo PS de então liderado por Manuel Bugalho.

Foi assim que, por volta de 2004, após ter ajudado a fundar em Marvão a 1ª Secção Concelhia do PSD, onde fui eleito em 2 mandatos consecutivos vice-presidente, que começámos a trabalhar numa alternativa ao executivo PS. Fui assim, em 2005, um dos primeiros proponentes e apoiantes da candidatura de Vítor Frutuoso e mais um grupo de boas pessoas, alguns bastante jovens (outros nem tanto), que entraram na política por minha mão, nomeadamente, e que me lembre: Fernando Bonito, João Carlos Anselmo, José Manuel Baltazar, Cláudio Gordo, Rui Boto, Isabel Silva, etc. E só não estive na contratação de Pedro Sobreiro porque alguém se antecipou; e do Nuno Pires que, por essa altura, dizia que tinha mais que fazer do que se dedicar à política, mas tentei-o.

Por essa altura fui um dos mais ferrenhos defensores e lutadores pela candidatura de Vítor Frutuoso junto das instâncias distritais e nacionais que o não queriam (pois a preferência e escolha desses órgãos era outra: Joaquim Barbas), e sem qualquer modéstia e se um dia me quiserem fazer justiça, um dos obreiros (e não foram muitos) da vitória do projecto do PSD e de Vítor Frutuoso em Marvão. Pelo menos na génese, que é onde tudo começa! Ou seja, no abrir os alicerces que é sempre o mais difícil. Depois, fazer parede, qualquer servente a levanta.

Mas as coisas não me correram bem. Certamente não estarei isento de responsabilidades e erros (ai esta forma de ser...), e ainda antes da eleição, eu, que até era Director de Campanha e vice da tal Secção, de quem se dizia ser o “braço direito” de Frutuoso, já achei melhor arredar-me da contenda, e contentar-me com um simples lugar de membro da AM. Mas nunca desisti, durante 6 anos (até 2011) participei, propus, lutei, defendi, dei a cara pelo projecto até que pude.

Mas por essa altura as coisas já não eram a essência daquilo que eu ajudara a criar. Os projectos de equipa de 2004/2005, tinham dado lugar a um exercício de poder centrado no “chefe” e no favorecimento de clientelas de amigos e familiares. A Concelhia que eu idealizara, enquanto espaço de debate e aconselhamento ao executivo, foi assaltada pelos rapazes do presidente (boys, como são designados), e depois destruída em lume brando (há mais de 5 anos que não há uma reunião). Outros valores se começaram a levantar (uns têm os “jovens turcos”, outros os “moços das mijas”. E eu, para isso, não sirvo), e desisti. Não fui o primeiro, antes de mim já todos os nomes que em cima citei o tinham feito. E a juntar a esses, temos ainda de falar de nomes como Carlos Sequeira, Joaquim Simão, Mário Patrício, Manuel Martins, João Manuel Lança e muitos outros, que davam para fazer uma nova Lista.

Estou assim há 4 anos. Tenho a minha “tribuna retórica”, faço umas investigações documentais sobre Marvão e as suas gentes, observo e chateio os mandantes, mando umas “bocas” e, pouco mais. Mas a paixão pela minha terra, pelo meu concelho, mantém-se. Quem um dia nasceu naquelas encostas, bebeu daquelas fontes, viveu no seio daquelas gentes, ou respirou aquele ar frio, não a pode esquecer. E vê-la definhar, mesmo quando comparada com os seus vizinhos mais próximos: C. de Vide; Portalegre, Arronches ou mesmo Monforte; custa. 

Foi por isso, que quando constatei que, aqueles que comigo estiveram no projecto de 2005 e mais uns quantos, estavam prontos a voltar ao “sonho”, ao planeamento, aos projectos de equipa, a por a câmara ao serviço das pessoas e não as pessoa ao serviço da câmara, a arregaçar mangas, a enfrentar um poder instituído a cheirar a bafio (para não ser mais deselegante), com tiques de autoritarismo “caciqueiro”, ao serviço de clientelas duvidosas, que não ouve aqueles que se querem expressar livremente (por isso destruíram as estruturas que tanto trabalho deram a criar como foi o caso da Concelhia do PSD e que só serviu para a usarem de rampa de lançamento e controlo aos seus projectos pessoais), quando os “cromos” que se perfilam para substituir Frutuoso ainda são mais duvidosos que o “mestre”; que só podia dizer:

- Contem comigo. E aqui estou para ajudar a construir o tal Marvão para Todos!
  

domingo, 29 de novembro de 2015

Reflexão sobre a Feira da Castanha - Festa do Castanheiro

por Nuno Pires

Quinze dias após a sua realização, depois de analisar e amadurecer o que vi, venho aqui deixar a minha opinião sobre a mais emblemática das actividades culturais do concelho de Marvão: a Feira da Castanha – Festa do Castanheiro.

A 32ª edição teve este ano a prestimosa colaboração do São Pedro como há muito não se via, que se encarregou de iluminar a bela vila de Marvão com um sol quente e radiante, contribuindo assim, para a boa disposição que era notória em todos os visitantes e colaboradores. À semelhança de outros anos não existiram muitas diferenças na programação de um evento que necessita, com alguma urgência, de ideias novas e de um plano de mobilização geral de modo a cativar os que nos visitam, atrair novos, e, deixar satisfação nos que organizam.



A realçar nesta edição, a ideia inovadora por parte de funcionários do Município, da criação de um Centro Interpretativo da Castanha, instalado na Casa da Cultura. Foi um espaço bastante visitado, onde se podia encontrar quase tudo sobre castanha e os castanheiros: bordados antigos com casca de castanha (dignos de museu), escadas em castanho, cestaria em madeiro de castanheiro, ou mesmo a aplicação deste fruto e seus derivados na gastronomia, artesãos a trabalhar ao vivo de onde há a destacar os bonitos quadros em casca de castanha da autoria da artesã Adelaide Martins.

A animação da feira contou nesta edição com espectáculos muito bem seleccionados pelo gosto e experiência de Hernâni Sarnadas, onde se destacou a alegria e capacidade de improvisar de “Augusto Canário e seus amigos”. Ainda do ponto de vista da animação, de referir a habitual presença das referências culturais do concelho: o Rancho Folclórico da Casa do Povo de SA das Areias, o Cant' Areias, e ainda a participação do Grupo “Vozes da Aldeia” que, apesar de mais recente, marcou presença com grande dignidade. E, no fim, a animação de Baile com o Grupo “Os Bate no Fole”.

Outra surpresa agradável foi a presença do Grupo de Teatro do Convento de Portalegre, representando uma acção de rua: reprodução de num directo de um canal de televisão. Importa referir aqui, que este Grupo de Teatro conta com a participação de vários residentes do concelho de Marvão, que se deslocam semanalmente para os ensaios a Portalegre, uma vez que o município deixou de considerar importante esta actividade nas actividades que vinham sendo desenvolvidas pela ACASM, actualmente, dedicada a “outras estratégias” para as suas acções!


A sensação com que venho ficando, há uns anos a esta parte, é que este é um evento totalmente desenvolvido pelos funcionários do município, colabores da SC da Misericórdia e Voluntários dos Bombeiros de Marvão, desde o planeamento, à programação e execução. E este ano, ao participar numa das reuniões preparativas da Feira confirmei o que suspeitava. Na verdade não é só a execução que é mérito destes protagonistas, eles são também o cérebro da Feira (“o Software”, utilizando expressões de Jorge Jesus) já que a maioria das acções de planeamento e programação estão também a cargo de alguns dos funcionários do Município, nomeadamente:

• A selecção dos artistas;
• A mobilização dos artesãos;
• A criatividade e preocupação em inovar;
• A respectiva operacionalização do evento.

Tudo isto são actividades desenvolvidas pelos funcionários anónimos (nem sequer os dirigentes se vêem implicados) e que, independentemente dos poderes autárquicos que governam, de ano para ano, lá vão garantido a notoriedade da Feira.

Mais um exemplo de descoordenação: Esta edição contou com a visita simpática dos 2 Deputados eleitos pelo Distrito de Portalegre: Dr. Cristóvão Crespo (PSD) e Dr. Luís Testa (PS). Não se compreende como é que os responsáveis políticos locais, nem tão pouco acompanharam os Deputados na visita à Feira, principalmente, no contacto com os nossos produtores, para se inteirarem das suas principais dificuldades. Isto para além de não cumprirem o seu dever de bons anfitriões. Esta era uma acção importantíssima desenvolvida antigamente pelos autarcas que tiveram a visão de criar este evento, que aproveitavam para tentar fazer chegar ao poder central algumas das dificuldades vividas no concelho, sobretudo no consulado do Presidente António Moura Andrade - um Presidente, de facto, para todos os marvanenses.


Este ano ainda não foram revelados as estatísticas de visitantes da Feira. Contudo, se em anos anteriores, as más condições climatéricas, têm sido a razão invocada para justificar a diminuição constante do número de visitantes que se tem vindo a verificar, este ano, o “nº 15.000 visitantes” lançado pelo Presidente do Município Vítor Frutuoso, só terá sido alcançado, graças à grande colaboração do São Pedro.

Em meu nome pessoal, enquanto marvanense e apaixonado por este evento, deixo um agradecimento aos funcionários do município envolvidos, aos produtores e artesãos que dão cor à feira e aos grupos de animação que deram a alegria necessária, para um fim-de-semana agradável em Marvão e, mais uma vez, contribuíram para o êxito desta Organização e do nome de Marvão. Mas, simultaneamente um reparo de censura para a pouca implicação dos nossos dirigentes autárquicos, que deveriam dar o exemplo de presença constante e de liderança do evento que é a rainha do concelho: A feira da Castanha/ Festa do Castanheiro.

Veremos na 33ª edição, quando já cheirar a eleições! Entretanto deliciem-se com algumas imagens da edição 2015.



sexta-feira, 27 de novembro de 2015

A política, a nossa terra e o “Marvão para Todos”.

por Fernando Bonito Dias


"O que se pretende construir através do movimento independente “Marvão para Todos” é, portanto, diferente. Pretende-se, com tempo, vincular pessoas a ideais, valores e estratégias, que tenham como ponto de partida as competências e de chegada a defesa do bem comum e o desenvolvimento do concelho. Quisemos, assim, começar pelos alicerces. Queremos construir compromissos fortes que não se desmoronem no dia seguinte às eleições. Queremos construir a tal equipa coesa e competente (alternativa à forma de fazer política atual) em conjunto com todos aqueles que se revejam nestes ideais, sejam eles indivíduos ou outras forças políticas."


A palavra “Política” afasta. Quase que assusta!

A maioria diz nada ter a ver com ela. Acham que a sua vida nada tem a ver com ela. Enganam-se! Esta atitude não é alheia ao comportamento de muitos dos políticos, que estão para se servir, em vez de servir. E decidem, com demasiada frequência, no sentido de beneficiar clientelismos. Transmitem, assim, a ideia que a sua atividade é indigna.
 
Mas não é. Ou não devia ser!
A ação política trata de escolhas; de decisões; da gestão dos variados fatores da vida em sociedade que a todos condicionam. A principal compensação para alguém que é escolhido pelos seus congéneres para os representar devia ser o orgulho de ser escolhido. E o seu principal compromisso devia ser servir! Por outro lado, o ideal seria que a decisão na hora do voto se baseasse no carácter e nas competências comprovadas dos candidatos. E as funções públicas dos eleitos fossem exercidas de forma transitória.
O problema é quando as pessoas vivem da política ou sobem substancialmente o seu nível de vida através dela!
Julgo que ao nível local o interesse pela “política” intensifica-se. Ou devia intensificar-se. Pois trata-se de escolhas, de decisões e da gestão dos variados fatores relativos à vida das gentes da nossa terra e ao futuro desta.
No momento da escolha, nas autárquicas, muitos pensam em pequenos benefícios próprios. Contudo, o mais importante para a generalidade dos munícipes seria colocar a gerir o concelho uma equipa dedicada, coesa, competente e com sentido de justiça, isto é, uma equipa capaz que colocasse o interesse geral à frente de interesses particulares.
Assim, todos ficariam a ganhar!
Construir uma equipa dedicada, coesa, competente e justa para gerir o concelho necessita de tempo. Pensar que isso se faz em cima das eleições e em torno de um candidato antecipadamente escolhido já se revelou, várias vezes, precipitado. Nessa altura, são os cargos para cada um e as promessas de favorecimentos para familiares e amigos que vinculam.
Após a apresentação do “Marvão para Todos”, muitos estranharam não apresentarmos já a equipa candidata. Não a apresentámos porque simplesmente ainda não existe e, sobretudo, por considerarmos que, para não acontecer o mesmo do passado, ela deverá ser construída!
O que se pretende construir através do movimento independente “Marvão para Todos” é, portanto, diferente. Pretende-se, com tempo, vincular pessoas a ideais, valores e estratégias, que tenham como ponto de partida as competências e de chegada a defesa do bem comum e o desenvolvimento do concelho. Quisemos, assim, começar pelos alicerces. Queremos construir compromissos fortes que não se desmoronem no dia seguinte às eleições. Queremos construir a tal equipa coesa e competente (alternativa à forma de fazer política atual) em conjunto com todos aqueles que se revejam nestes ideais, sejam eles indivíduos ou outras forças políticas.
O cerne da questão é encontrar as pessoas certas, que trabalhem em equipa, remando todos para o mesmo lado. E que trabalhem arduamente! Que tenham competências para desenvolver as várias áreas e que se dediquem a 100% à gestão do município.
Pretende-se, assim, unir. Aglomerar. Em torno deste grande objetivo.
Isto só seria possível através de um movimento independente, onde cabem todos os que comunguem destes ideais e aspirem construir a tal equipa, com aquelas características, independentemente das tendências ideológicas de cada um. Não quer isto dizer que sejamos contra os partidos. Eles desempenham um papel fulcral no nosso sistema democrático mas a política não se esgota neles. Os partidos, normalmente, promovem clivagens e têm características organizativas, como seja por exemplo a militância, em que muitos não se revêem.
Pensando no início deste texto e na ideia generalizada sobre a tal palavra, “política”, muitos estarão agora a questionar-se: mas haverá gente interessada na política marvanense que não seja para se beneficiar a si próprio ou à sua filha, irmã, cunhada, etc?
Há. Há, porque é urgente fazer diferente. Há, porque vale a pena lutar pela justiça na nossa terra e contribuir para colocar o concelho de Marvão no lugar a que deve aspirar. No mínimo, em lugar equivalente aos seus pares!
Com o tempo, muitos outros indicadores serão aqui dissecados… hoje, para análise e como exemplo, destaco (através de uma artigo do jornal “Linhas de Elvas”) aquele que me parece ser um dos mais importantes: o poder de compra”. Podemos verificar que, com apenas 67% da média nacional, o concelho de Marvão encontra-se destacado na cauda do distrito. Comparar mal com Portalegre, Elvas, Ponte de Sôr ou Campo Maior é normal. Mas estar substancialmente atrás de Monforte, Fronteira, Gavião, Castelo de Vide e… todos os outros…
É, digamos, sintomático!



GOP 2016/2019 e Orçamento para 2016 do Município de Marvão


Vai hoje à Assembleia Municipal, pelas 18 horas, para apreciação e votação os documentos mais importantes de planeamento e estratégia do Município de Marvão, e consequentemente para o concelho.

No que toca ao Orçamento para 2016, o executivo prevê uma verba de receita a rondar os 5 milhões de euros e uma despesa sensivelmente do mesmo valor.

Os membros do Movimento Independente - Marvão para Todos, irão estar presentes na AM, e estarão muito atentos, ao longo de todo ano, ao desenvolvimento e execução destes documentos previsionais.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

2ª Eliminatória da Taça de Portugal de Futsal - Pavilhão de SA das Areias

por Nuno Pires

O dia 21 de Novembro de 2015 ficará na história desportiva do concelho de Marvão, já que, pela primeira vez, recebeu um jogo da Taça de Portugal de Futsal. Foi também a 2ª vez que o Distrito de Portalegre contou com 2 Equipas participantes na 2ª Eliminatória desta competição.

Para mim, no lado positivo desse dia ficam, sobretudo, as memórias do bom jogo e da Festa da Taça no Pavilhão Multiusos de Santo António das Areias. Foi o alcançar de um sonho: Trazer um jogo desta importância para Marvão e para Santo António das Areias.



O Arenense foi eliminado mas saiu de cabeça erguida, pois defrontou uma equipa de um escalão superior (2ª divisão nacional), numa tarde em que todos os jogadores foram buscar forças e qualidade, fruto de uma motivação que naturalmente surge neste tipo de jogos. Foi um dia inesquecível pela forma exemplar como decorreu a organização do jogo e, a merecida recompensa pelas longas semanas de preparação para que tudo pudesse correr da melhor forma.



ESTOU POIS MUITO ORGULHOSO POR TUDO, E GRATO A TODAS AS PESSOAS QUE AJUDARAM NA COLABORAÇÃO DESTA ORGANIZAÇÃO, TORNANDO ASSIM POSSÍVEL EXECUTAR O QUE ESTAVA PROGRAMADO.

No entanto, nem tudo foi positivo neste dia. Pois uma organização deste nível veio mostrar à evidência as deficiências da infra-estrutura do jogo – O Pavilhão Multiusos, que envergonha qualquer marvanense que sinta orgulho na sua terra.

Imaginem vocês, o que é convidar amigos para irem a nossa casa e, depois, não termos, ao menos, cadeiras para eles se sentarem e poderem estar minimamente confortáveis...

É isto que se passa no Pavilhão Multiusos de Santo António das Areias, um projeto deficiente que nasceu torto, e que resulta, sobretudo, de falta de sensibilidade desportiva do actual executivo marvanense. 

No passado sábado, enquanto anfitrião que recebe amigos, senti-me envergonhado ao acompanhar o presidente do ADR Tires Futsal para a bancada. Tínhamos reservado uma zona para 30 adeptos adversários (que foi o que nos pediram), mas desde logo os avisei que não tínhamos condições de visibilidade sentados. Mostrou-se compreensivo, mas disse: “só tenho pena é do meu pai que não consegue estar de pé, e o que ele adora ver o neto a jogar”!

Estavam aproximadamente 150 pessoas no Pavilhão Multiusos, uns de pé em cima de mesas e tabelas de basquete, outros dependurados da estrutura na última fila da bancada para verem apenas 80% do recinto de jogo. É o desenrascanço à portuguesa! 



Na 1ª parte acompanhei o presidente da Associação de Futebol de Portalegre (AFP), que nos deu a honra de nos visitar, ficámos em pé, encostados à parede do espaço de arrumos existente, pois não existem condições para podermos receber de outra forma.

Na 2ª parte fui para junto dos adeptos do Tires, para perceber se tudo estava a correr bem e, logo verifiquei, que o tal senhor (o pai do presidente do Tires) ficou a maior parte do tempo sem ver o jogo porque, ou estava sentado e não via, ou estava de pé e não aguentava. Isto apesar de existir espaço para se poderem sentar talvez cerca de 50 pessoas, como se pode ver na foto em baixo! 



Lembro que este Pavilhão foi alvo de obras de requalificação recentes em 2012, pelo que, estes erros resultam somente da falta de visão, planeamento e capacidade de ouvir do actual executivo camarário. Deveriam observar e perceber como, com trabalho associativo voluntário, é possível desenvolver modalidades desportivas de forma quase profissional, o que deixa ainda mais evidente erros de projetos como este, e dos responsáveis que não acreditam na capacidade das suas gentes.

Às vezes interrogo-me, qual teria sido o pensamento dos nossos responsáveis autárquicos quando planearam este projeto, senão vejamos:

1.     Comprou-se um piso dos melhores a nível distrital para a prática desportiva! O que desde logo indiciava que, perante um investimento destes, estariam a reunir condições para o desenvolvimento e prática da modalidade;

2.   Destruíram a bancada para mais de 200 pessoas que existia, para construírem uma “cozinha” que se utiliza uma única vez por ano! Mas agora adquiriram um terreno na Portagem, onde se diz que pensam fazer infra-estruturas idênticas e para o mesmo fim (festa do idoso e afins); a julgar pelas conversas do presidente em reuniões de câmara. Interrogo-me se, no futuro, se irá continuar a utilizar a infra-estrutura de SA Areias para essas actividades “festivas”!

3.     Entretanto gastaram-se 45.000,00€ na bancada que ninguém utiliza por falta de visibilidade! Como é possível construir uma estrutura destas, deitando fora tão avultadas verbas, sem que antes se certificarem se teriam condições de funcionalidade;

4.    Efetuaram-se marcações do recinto de jogo, sem envolverem a AFP, fazendo-o de forma errada! O que originou um (re) investimento, segundo informações do presidente, a rondar os 5.000,00€ para que este jogo pudesse ser realizado em SA Areias.

5.    Construíram-se balneários para os árbitros sem acesso direto ao recinto desportivo! Que faz com que, os mesmos, tenham que ir pela rua, passarem pelo meio do público, para terem acesso à sua cabine.

6.   Etc., etc.

Na última vez que discuti este assunto com o presidente da autarquia, fiquei surpreendido com a sua desculpabilização destes erros, afirmando que a obra tinha sido financiada a 80%! Como se, pelo facto de se ter financiamento exterior, se possam desculpar tantos erros crassos, que poderiam ser evitados se se ouvissem as pessoas que sabem da área desportiva. Enfim, nunca vi um Pavilhão com tanto erro de projeto e com uma utilização que justifique estas opções.

Neste dia, exceptuando o vereador do desporto José Manuel Pires (que honra lhe seja feita, tem sido uma presença habitual e uma voz de apoio ao Futsal do GDA), não vi o Sr. Presidente do Município de Marvão, nem tão pouco o Sr. Vice-presidente por lá! Espero que não voltem a dizer que não estiveram porque não foram convidados, porque isso não corresponde à verdade.

Possivelmente não estiveram, porque sabiam que não havia lugares sentados!...



5ª Assembleia Municipal Ordinária - 27 de Novembro de 2015





Parabéns Luís Barradas...


Companheiro de jornada isto é apenas um "miminho" do Marvão para Todos!





Nota: Isto irá repetir-se com outros, mas tu foste o primeiro...


Nós por cá...


O Blogue “Marvão para Todos” está a dar os primeiros passos. Há apenas 72 horas que viu a luz do público (17 Horas do dia 20/11), até aí tinha estado alguns dias em incubadora. Nestes 3 dias foram cerca de 400 as visitas, numa média de cerca de 130 visitas/dia, como se pode ver no Gráfico 1. Para começar, digamos, que até não está mal!


Gráfico 1 - Visitas nos primeiros 3 dias de vida ao Blogue "Marvão para Todos"



Nós por cá, aqui iremos dando notícias. Depois de termos definido a primeira semana para abrirmos as portas e nos darmos a conhecer aos marvanenses, a partir de amanhã iremos arrancar em força e queremos ter-vos por visitantes. Fica também a promessa de brevemente estarmos no Facebook.

Entretanto fica o nosso agradecimento público a todos os que já nos visitaram, e digam alguma coisa, serão bem recebidos.

sábado, 21 de novembro de 2015

Apresentação do Movimento "Marvão para Todos" em imagens


Para memória futura do Movimento Independente "Marvão para Todos". Se uma imagem vale mais que mil palavras, então aqui fica mais um testemunho da nossa apresentação no dia 31 de Outubro.

Um agradecimento muito especial ao Realizador destas imagens. 


 

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Apresentação do "Marvão para Todos" na imprensa regional


Após a apresentação do Movimento Independente Marvão para Todos, no passado dia 31 de Outubro de 2015, deixamos aqui os ecos dessa lufada de ar fresco no concelho de Marvão, que nos chegam através da Comunicação Social presente na Sessão. Assim, para memória futura, podemos ver e ler as peças dos Jornais Alto Alentejo e Fonte Nova, e da Rádio Portalegre on line.

Em nome do Movimento Independente "Marvão para Todos, deixamos o agradecimento pelo excelente trabalho que todos realizaram. Oxalá nós possamos estar, no futuro, à altura deste dia, pois o trabalho e os objectivos a que nos propomos é árduo e só agora começa.

Jornal Alto Alentejo - Edição 4/11



 - Jornal Fonte Nova - Edição de 3/11


- Rádio Portalegre - Notícias do dia 1/11


“Nada contra ninguém, tudo pelo concelho de Marvão”, é o lema do Movimento Independente Marvão para Todos que foi apresentado à população durante a tarde deste sábado.




 O projeto, composto por dez pessoas do concelho, tem por objetivo “ser uma alternativa à atual gestão”, e apresentar um candidato às autárquicas de 2017.
Segundo a carta de princípios do Movimento, o “Marvão para todos” assume-se como um grupo de intervenção cívica de pessoas do concelho, que pugnam pela independência, transparência e rigor e que defende uma relação transparente entre a Câmara e os munícipes”.

Em declarações à Rádio Portalegre, Fernando Bonito, do Movimento independente, “Marvão tem a partir de hoje uma oposição atenta aos abusos de poder que possam existir”. Fernando Bonito adiantou ainda que é intenção do seu Movimento trabalhar em prol do concelho, “com gestão e não a fazer política em cima do joelho“.

O projeto independente nasceu há mais de um ano, e segundo Teresa Simão, o surgimento deve-se ao facto de “todos os que fazem parte do “Marvão para Todos” sentirem desconforto em relação à atual governação que tem estado presente em Marvão”.

Sobre o futuro de Marvão, é intenção do Movimento “desenvolver uma nova forma de fazer politica, que seja abrangente, coesa e com sentido de servir”.

Segundo Nuno Pires, também porta-voz do Movimento Independente, outro dos desígnios do grupo é delinear uma estratégia que aproveite o “enorme potencial que Marvão tem”.

O “Marvão para todos” integra os nomes de Adelaide Martins, João Bugalhão, Jorge Rosado, José Manuel Baltazar, Luís Barradas, Nuno Pires, Pedro Sobreiro, Susana Teixeira, Teresa Simão e Fernando Bonito.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Sessão de Apresentação do Movimento - Marvão para Todos


Teve lugar no sábado dia 31 de Outubro de 2015, na Casa da Cultura em Marvão, a Sessão de Apresentação do Movimento Independente Marvão para Todos, com sala cheia de marvanenses e Comunicação Social do distrito.


O Marvão para Todos foi apresentado por 10 pessoas: Adelaide Martins, Fernando Bonito, João Bugalhão, José Manuel Baltazar, Jorge Rosado, Luís Barradas, Nuno Pires, Pedro Sobreiro, Teresa Simão e Susana Teixeira.



 A Sessão de Apresentação foi moderada por Fernando Bonito. Coube a Teresa Simão e Nuno Pires apresentarem as mensagens de apresentação, cujas comunicações aqui se publicam. Na segunda parte os membros do grupo responderam a questões colocadas pelos marvanenses e pela comunicação Social, numa sessão que se estendeu por mais de 2 horas.

 Comunicação de Teresa Simão:

"Apresentação do historial do grupo e sua essência"

·  Como sabem, somos todos naturais do concelho de Marvão ou com fortes ligações a este concelho e, nos últimos anos, temos assistido atentos ao que nos rodeia. Assim, para além da nossa origem e das nossas ligações à terra, todos partilhamos o sentimento de que, nos últimos anos, tem existido uma governação do concelho de Marvão com a qual não nos identificamos!
 
· Por outro lado, no dia-a-dia, verificámos (e muitos marvanenses nos foram transmitindo isso) que não se vislumbra em Marvão uma alternativa consistente que possa alterar o rumo desta situação.

· Temos notado ainda que, face à atuação da maioria dos políticos, os cidadãos estão cada vez mais afastados da política (e dos partidos), considerando a mesma uma atividade pouco digna. No entanto, esta é uma área incontornável na vida em sociedade, pois é neste âmbito que se fazem as escolhas que vão influenciar a vida de todas as pessoas. Portanto, se nos afastarmos da política, essas escolhas ficarão nas mãos de pessoas nem sempre competentes, nem dignas dos cargos que ocupam!

· Concluímos, assim, que, apesar de não estarmos na “política ativa”, face a este cenário e gostando do nosso concelho, era urgente mostrar a nossa disponibilidade para ajudar a inverter a situação. Somos pessoas eminentemente independentes, sendo que o que nos une é o amor e o respeito à terra que nos viu nascer e/ou serviu de berço às nossas vivências. Estamos, pois, disponíveis para ajudar a alterar o cenário político do concelho de Marvão.
Assim, apresentamo-nos como uma equipa:
·  muito heterogénea, mas coesa;
· com grande capacidade de trabalho e que se envolve a 100% nos projetos;
· temos ideias próprias, gostamos de partilhá-las e estamos sempre abertos a novas sugestões;
·  planeamos e organizamos as nossas iniciativas atempadamente;
·   defendemos uma visão estratégica para desenvolver o enorme potencial de Marvão;
·  Tal como o nosso nome indica, defendemos um concelho de Marvão para Todos, sem clientelismos e benefícios de uns em detrimento de outros;
· Enfim, somos uma Equipa que aqui se apresenta para servir o concelho, completamente imbuída pelo espírito de missão que nos une.

Ainda que só hoje nos apresentemos, …

· Há muito que começámos a trabalhar num projeto de mudança, precisamente porque achamos que é possível fazer muito melhor! Na verdade, este é um caminho que começou a ser trilhado há já cerca de um ano e que hoje assinala aqui uma importante etapa. Ao longo deste tempo, o grupo foi amadurecendo, sedimentando ideias, foi ganhando coesão e confiança nos seus ideais. Foi também ganhando mais aderentes (nós somos apenas os rostos de um já vasto grupo de marvanenses);

· Esta é a grande diferença relativamente a outros processos políticos alternativos que temos presenciado em Marvão. O nosso projeto, com tempo, parte das ideias, dos valores, dos perfis das pessoas; em vez de partir unicamente da escolha de uma pessoa a candidato a presidente da câmara e só depois se pensar no mais importante.

· Trata-se de um grupo independente, suprapartidário, cujos membros têm o seu valor não pela posição que ocupam no partido A, B ou C, mas sim pelo que são, pelos valores que representam e pelo que valem enquanto seres humanos, elementos socialmente ativos e também pelas suas competências.

·  “Nada contra ninguém, tudo pelo concelho de Marvão” é o nosso lema.

·  O nosso partido é o concelho de Marvão.

· Por isso, este é um grupo que pretende aglutinar e mobilizar, isto é, que pretende UNIR todos aqueles que, independentemente da sua ideologia, não se revejam no atual exercício do poder ainda em funções, que partilhem os nossos ideais e queiram, em conjunto e de forma harmoniosa, continuar a trilhar esta caminhada.

·  Uma caminhada que deixará pouco espaço para o amadorismo e que colocará sempre os interesses do concelho de Marvão acima dos interesses pessoais e partidários, que, muitas vezes, lamentavelmente, se confundem e têm prejudicado o desenvolvimento da nossa terra.

· Estamos conscientes de que ainda há muito para andar, mas também estamos convictos de que, se juntarmos todos aqueles que se reveem em valores como a independência, transparência, confiança, proximidade, frontalidade, rigor, sustentabilidade e justiça, o percurso será proveitoso, possibilitando atingir o objetivo. Isto é, ver a gerir o concelho de Marvão uma EQUIPA de pessoas envolvidas, idóneas, competentes e que deem o exemplo.

Comunicação de Nuno Pires:

Amigos Marvanenses, chegou o momento para que os responsáveis na gestão do nosso concelho possam governar para todos os Marvanenses, de igual modo e com o devido valor;

É necessário o exercício da democracia no seu sentido pleno, na defesa da justiça, da ética e da equidade nas ações políticas;

Defendemos uma relação transparente entre a Autarquia e os Munícipes, descentralizada… designadamente com a prestação de informação periódica das atividades de governação, com a auscultação dos marvanenses, das várias associações e forças vivas do concelho, com a participação de todos nos processos de decisão;

Temos que inverter a tendência que existe em esperar que as pessoas participem na política, indo ao encontro delas e fazendo com que a política chegue as pessoas, motivando – as á participação, fomentando assim propostas e decisões mais participadas.

O Concelho de Marvão precisa de um projeto mobilizador e abrangente, que se foque nas pessoas e nas suas reais necessidades, a fim de promover o seu bem-estar;

Agradecemos hoje a v/presença, pois este é o 1º sinal da mobilização necessária para o projeto que todos juntos queremos construir.

O Concelho de Marvão necessita de contar com pessoas dinâmicas, totalmente disponíveis, exclusivamente focadas na atividade do Município e nas necessidades dos Marvanenses, pessoas que trabalhem com paixão, em harmonia e em EQUIPA, dando voz a todos e sabendo rentabilizar o que cada um dos seus membros tem de melhor;

É necessário compromisso e harmonia Amigos Marvanenses!

É fundamental que os nossos gestores Autárquicos dediquem Exclusivamente o seu tempo á gestão desta nossa terra, a terra muitos de vós escolheram para viver.

Só assim poderemos ambicionar um concelho com condições para reter os residentes e atrair novos habitantes.

Marvão necessita urgentemente de reforçar as relações com o exterior, de forma digna, com vista a conseguir maior projeção dos seus interesses e da imagem do nosso concelho. E participar em parcerias estruturantes para o desenvolvimento do concelho e da região.

Ø O Nome MARVÃO;
Ø A Marca MARVÃO;
Ø Os Produtos de MARVÃO;
Ø O nosso Património;

São ingredientes mais do que suficientes para que qualquer gestor possa estabelecer e fortalecer relações com o exterior potenciando assim a nossa economia local.

Todos em conjunto, temos que contribuir, na defesa e gestão do nosso património, da nossa cultura, do nosso território de forma integrada;

O Concelho de Marvão necessita ter e implementar uma estratégia global de desenvolvimento sustentável, que aproveite e maximize o seu enorme potencial, quer Natural, e que é único, quer o que decorre da força das suas gentes, da força do Associativismo existente no sentido de suster a tendência de despovoamento a que temos assistido.
         
Uma palavra para todos os dirigentes Associativos presentes, mas também para aqueles que hoje não podem estar. O Associativismo no Concelho de Marvão é um aspeto que cada vez mais temos de respeitar. Estas pessoas que de forma voluntária dirigem Associações e Instituições têm um papel importantíssimo na Sociedade Marvanense, não só pelo tempo que dedicam em torno do projeto, mas principalmente pela importância que têm na economia local, criando postos de trabalho importantes na fixação de pessoas.

Portanto, é necessário construir uma alternativa política abrangente, coesa, com sentido de SERVIR e de MISSÃO, sector a sector, pelouro a pelouro, política a política, àquilo que tem sido a gestão do dia-a-dia e que é do conhecimento de todos está longe naturalmente de corresponder aos interesses dos Marvanenses.
Exemplo desta política abrangente necessária é a base do nosso grupo, composta por pessoas com várias sensibilidades políticas, mas que nos une é o Concelho de Marvão

Em suma:

No concelho de Marvão, necessitamos de uma gestão autárquica estruturada, inovadora e centrada nas pessoas, para melhorar a sua condição de vida. Para esse efeito, a GESTÃO autárquica terá de ser revigorada, o que implica, por parte de todos nós, a afirmação duma nova forma de gerir, com planeamento e com o envolvimento de uma EQUIPA coesa que dê o exemplo, uma Equipa que dedique exclusivamente as suas capacidades em torno do concelho de Marvão e disponível para estar próximo de todos o Marvanenses.

Este compromisso implica, naturalmente, desenvolver uma nova forma de fazer política, que contrasta com a política da casualidade, do amadorismo, do arbítrio e da parcialidade que agora aqui encontramos. Chegou o momento de AGIR e por fim a política do REAGIR!

O Concelho de Marvão tem de AGIR!

Os nossos futuros responsáveis políticos têm de ser responsáveis para que o nosso concelho seja uma referência na potencialização das suas caraterísticas.
Para isso Amigos Marvanenses, precisamos da vossa reação para esta mudança.
Tal significa que aquilo que motiva este grupo de homens e de mulheres independentes e livres, que deseja promover o desenvolvimento de Marvão, radica numa eficiente gestão dos recursos naturais do concelho e promoção da qualidade de vida das comunidades, de uma forma sustentável…, e tudo isso necessita, como sublinhámos, algo que não tem existido nesta última década, ou seja,

Ø PLANEAMENTO ESTRATÉGICO
Ø COMPETÊNCIA
Ø EXCLUSIVIDADE
Ø TRABALHO EM EQUIPA.

É, assim, urgente implementar novas metodologias para a Gestão do concelho, consequência do levantamento rigoroso e exaustivo dos problemas locais e no planeamento, conservando pessoas e mantendo uma proximidade com todos os que nasceram na nossa terra e todos aqueles que escolheram o concelho de Marvão para viver.

É importante que saibamos ouvir todos os Marvanenses, para que possamos contribuir para uma melhor resolução dos problemas.

Uma GESTÃO levada a efeito por pessoas idóneas, honestas, envolvidas, com competências comprovadas, com dedicação exclusiva à gestão camarária e capacidade de trabalhar em EQUIPA… capazes de desenvolver a prestação, de forma estruturada, de bons serviços aos munícipes e de implementar uma estratégia de desenvolvimento para o concelho de Marvão, que aproveite o seu enorme potencial.

Afirmamos assim, aqui, a nossa confiança e disponibilidade para, em conjunto, promovermos essa mudança, mobilizando e UNINDO todos aqueles que partilhem destas nossas ideias e ideais, com o intuito de, TODOS JUNTOS, apresentarmos uma alternativa vencedora nas autárquicas de 2017.

Ø AMIGOS MARVANENSES É UM ORGULHO ESTAR CONVOSCO NESTE DIA.
Ø É UMA HONRA PERTENCER A ESTE GRUPO
Ø VIVA O CONCELHO DE MARVÃO
Ø VIVA OS MARVANENSES
Ø JUNTEM-SE A NÓS!


No final da apresentação serviu-se um Marvão de Honra, com um animado convívio entre todos os presentes. Um agradecimento muito grande a todos os que nos honraram com a sua presença no dia do nosso nascimento: A TODOS MUITO OBRIGADO.